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Os desafios da comunhão na Estação

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Uma boa parte de pessoas que já passaram pelas nossas reuniões argumentam que o modelo de ser da estação não favorece a comunhão, tema este, que abordamos como necessidade do desenvolvimento da espiritualidade. Mas será que essas pessoas têm razão? Vejamos, na nossa publicação de identidade, dizemos: “O Caminho da Graça Estação Fortaleza  é  um movimento, uma realidade em constante mudança. Não fazemos dela epicentro de coisa alguma; mantemos a ideia do Espírito Livre. É a simples busca de viver o Evangelho que para nós é o modo de ser de Jesus nada mais e nada menos do que isto! Todavia, vamos nos unir, não para formar um gueto; mas para se tornar um contingente de restauração e Vida, com forças multiplicadas . Não estamos ligados a nenhuma instituição religiosa e nem debaixo de qualquer hierarquia religiosa. Como estação somos um lugar de encontros, lugar de idas e vindas, lugar de chegadas e despedidas, lugar de parada, lugar onde cada um decide pra onde va...

Não somos o Evangelho

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Durante nossa caminhada como movimento, muitas foram as críticas sofridas, eu particularmente acolhi a todas, isso me faz repensar minha caminhada e minhas impressões sobre tudo, até porque muitas dessas críticas vieram de amigos a quem respeito muito. A maioria dessas críticas aponta para a incapacidade do movimento de ter se tornado algo diferente das demais instituições cristãs. Muitos na comparação nos colocam em situação melhor, mas nada realmente muito significativo. Assim, é sadio abandonar idealizações do movimento como algo puro, perfeito, sem defeito algum. Nós não somos o Evangelho, somos apenas um movimento que pretende anunciar o Evangelho, e para isso usamos de todos os meios disponíveis, cabendo aí afirmar nossa existência institucional. O que nos diferencia de muitos outros movimentos e instituições religiosas é como vemos e nos comportamentos frente a alguns temas caros para as estruturas ditas cristãs. Por exemplo, não nos anunciamos e nem cremos...