O Evangelho é o Nome Foi porque “os cristãos” não entenderam que o Evangelho é Jesus, que, separadamente de Jesus, criaram uma outra coisa, e que deveria ser vista por todos como “o Evangelho”. Assim, Jesus seria o Cordeiro da Cruz e da Ressurreição; mas, à parte Dele, deveria surgir uma “doutrina de salvação”; conforme o conceito de “doutrina” dos homens — tendo nos gregos os artífices filosóficos e metodológicos desse “ídolo de pensamentos” patrocinado pelo Império Romano. Ora, o Evangelho que se vê anunciado por Paulo, por exemplo, não é uma “doutrina”, conforme o termo se faz entender por nós, mas apenas uma explanação dos significados salvadores do que Jesus fez; e além disso, uma aplicação de natureza individual, existencial e, também comunitária do significado de se ter crido e aprendido em e de Jesus. Entretanto, tal explanação não obedece a lógicas humanas, e nem se reveste de nada que se assemelhe a um “sistema”; posto que, para Paulo, não havia nada a ser sistematizado no Ev...